Promessas de fim de ano só viram realidade com constância: o segredo não é acertar de primeira, é não desistir de lançar. (Foto: Pexels) Todo fim de ano e início de outro é assim. A gente promete. Promete gastar menos, ganhar mais, organizar a vida, comer melhor, se exercitar mais, agora vai. Promete porque dezembro empurra a esperança e janeiro parece um lugar limpo onde tudo pode caber. Por que essas promessas fazem sentido para nossas mentes? A saída, é buscar promessas que cabem no bolso da nossa vida real e perseguir metas alcançáveis para que nos mantenhamos motivados. Promessas de fim de ano só viram realidade com constância: o segredo não é acertar de primeira, é não desistir de lançar. (Foto: Pexels) O problema não é prometer. O problema é acreditar que o calendário muda o que o dia a dia construiu. Existe um truque silencioso nessas promessas. Um viés antigo , conhecido, quase humano demais: a ideia de que o futuro será mais organizado do que nós. Que o próximo mês t...